sábado, 16 de janeiro de 2016

INIGUALÁVEL AMOR DE DEUS

“Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. Mas Deus prova o seu amor para conosco em que cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.
( Rm 5.7-8)

E então a gente se pergunta: será que não é demais morrer por alguém, ainda que este seja uma pessoa boa e justa? É claro que admiramos e respeitamos aqueles que têm um senso de justiça apurado, que não discriminam, são sempre agradecidos e destituídos de preconceitos. E como este mundo permeado pelas mais vis injustiças seria diferente se existisse mais pessoas assim? Todavia, morrer por pecadores? Nunca! Não temos um altruísmo tão latente! Pode até ser, que alguém, devido a sua benevolência e amor, tivesse ido muito além da justiça e conquistado o nosso afeto, quem sabe poderia ser diferente? Conhecemos inúmeros casos de pais e filhos, amigos, amantes e cristãos mártires, que deram a sua vida por outros, pagando um preço inestimável e inimaginável. E tais indivíduos são admiráveis.


Contudo, quando nos deparamos com as Sagradas Escrituras, esta nos revela que aonde o coração humano chegou ao seu limite, o Amor de Deus teve início: Pois Deus prova o seu amor para conosco em que cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores, isto é, nem bons, nem justos, mas inimigos e longe de Deus. O Senhor ama aqueles que não lhe deram uma única razão para isso. Tal atitude é impensável e impossível para nós, reles seres humanos! Mas, O Amor de Deus é exatamente assim. Sua Grandeza e Nobreza pode ser medida e avaliada pelo fato de DEUS ter enviado e entregado o Seu Filho, Jesus Cristo, para morrer por cada um de nós pecadores. Quanta graça, que privilegio, que benção maravilhosa para aqueles que podem declarar: ”QUANDO ÉRAMOS PECADORES”.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O DEUS DO INESPERADO

“Porque o Senhor fizera ouvir no arraial dos sírios ruídos de carros e  ruídos de cavalos...Pelo que se levantaram e fugiram no crepúsculo.”
(2Rs7.6-7)

A leitura da Bíblia nos revela O Deus Onipotente que faz o inesperado e também o inconfundível.
 Samaria experimentava um período de opressão, provavelmente o maior e o pior cerco de sua história. O grande e temido exército da Síria cortou de tal forma os suprimentos da capital de Israel, que uma terrível fome se abateu sobre a cidade. É repugnante a gente observar a prática do canibalismo e que as fezes de pombos valiam mais que a prata. Observamos um povo completamente desesperado e inseguro.

Foi um tempo no qual Deus levantou e enviou Eliseu para proclamar, além da mensagem de Salvação, a chegada de uma abundante fartura de alimentos.

Será que acreditaríamos nas palavras do profeta que ia de encontro a tudo aquilo que ele anunciava? Naquele tempo, da mesma forma que hoje, havia pessoas inteligentes, bem informadas, cheias de si, que duvidavam e não davam à mínima à Palavra do Senhor e Suas promessas.

Todavia, O Deus todo Poderoso, pôde mostrar a essas pessoas quem Ele realmente é! Com a força do Seu Poder moveu os meios para que as poderosas tropas sírias escutassem apenas um ruído, e fez com que aqueles homens habituados a lidar com guerras e violências ficassem em pânico batendo em retirada. Fugiram deixando para trás as riquezas e os despojos. Não foi um exército agressivo e poderoso, nem um desastre natural que aterrorizou o esquadrão sírio, mas, uma pura e simples ilusão. Essa é a prova de que jamais, em tempo algum, venhamos duvidar do poder do Soberano e Senhor dos Exércitos.



domingo, 3 de janeiro de 2016

NOSSO MAIOR INVESTIMENTO

“E puseram sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; porquanto nunca fez injustiça, nem houve engano na sua boca.
(Isaías 53.9)


Qualquer cristão ou leitor da Bíblia conhece o suficiente da vida de Jesus para saber, que embora fosse absolutamente Inocente, foi executado como o mais vil dos criminosos. Apesar de Pilatos reconhecer Sua inocência, ainda assim, recebeu a mais humilhante das condenações: ser crucificado, tendo ao lado dois ladrões. Todos que se levantaram contra O Messias, acusando-O e tratando-O como o mais abjeto dos homens, jamais poderiam imaginar o lugar de honra que estava preparado para o Seu sepultamento.

Muitos anos antes do nascimento de Cristo, Isaías profetizou que Ele estaria “com o rico na sua morte”. Sabe-se que vários pergaminhos foram encontrados próximos ao Mar Morto, e entre eles havia uma cópia do Livro de Isaías escrito mais de um século antes do ministério do Senhor Jesus. Essa profecia, portanto, jamais poderia ter sido tramada.

Lemos no Evangelho de Mateus que havia um homem, cidadão admirável, que reivindicou o corpo de Jesus e O colocou numa tumba lavrada na rocha.

Ao cair da tarde chegou um homem rico, de Arimateia, chamado José, que se tornara discípulo de Jesus. Dirigindo-se a Pilatos, pediu o corpo de Jesus, e Pilatos ordenou que lhe fosse entregue. José tomou o corpo, envolveu-o num lençol limpo de linho e o colocou num sepulcro novo, que ele havia mandado cavar na rocha. E, fazendo rolar uma grande pedra sobre a entrada do sepulcro, retirou-se. (Mt 27.57-60)

José de Arimateia não podia imaginar que mediante aquela atitude cumpria-se o que foi predito pelo profeta Isaías no Antigo Testamento. Deus, que vela sobre a Sua Palavra, moveu os meios e as atitudes para torná-La Verdadeira e Evidente. Essa demonstração de zelo e fidelidade do Senhor à Sua Palavra é tão somente uma prova da Divina inspiração da Bíblia, pela qual, a sua leitura é o maior e mais importante investimento que podemos fazer.


sexta-feira, 16 de outubro de 2015

QUANDO NÃO HÁ MAIS ESPERANÇA

 “Tendo-se acabado a água do odre, colocou ela o menino debaixo de um dos arbustos... e sentando-se em frente dele, levantou a voz e chorou. Deus, porém ouviu a voz do menino.” (Gn 21.15-17)

Agar e seu filho Ismael foram rejeitados pela família de Abraão. Vagavam agora pelo deserto quente e árido. A água do odre chegara ao fim. A situação era desesperadora, e em meio à angústia eles choraram. Não fica claro se choraram a Deus, mas, podemos ler nitidamente, que quando o clamor de desespero do rapaz beirava a morte por causa da sede, Deus o ouviu (Deus, porém, ouviu a voz do menino v17). Os ouvidos do Senhor estavam atentos ao choro do menino e na sua necessidade mostrou a Agar o lugar onde poderiam saciar a sede (Abrindo-lhe Deus os olhos, viu ela um poço de água – v.19).

O mundo hoje pode ser comparado a um deserto, onde uma infinidade de homens, mulheres e crianças vagueiam com seus odres vazios. O suprimento de água chegou ao fim. A força e a coragem de lutar pela vida se esvaíram; se vêem num beco sem saída e a esperança de encontrar uma fonte de água não existe mais. Nada mais tem propósito.

Todavia, aleluia! Deus deixou essa historia registrada para mostrar que Ele ouve e vê todas aqueles que foram deixados “debaixo dos arbustos”, desencantados com a vida, sem ânimo para enfrentá-la. O Senhor deseja a todos quanto busquem o Seu socorro e reconheçam seu estado à Luz da Sua Pessoa, que Ele é poderoso para abrir-lhes os olhos e mostrar-lhes o caminho da salvação. O caminho que os levará, não apenas, a uma vida plena e com sentido, mas a uma vida conduzida pelas mãos e em comunhão com Jesus Cristo.

A história de Agar e Ismael é uma perfeita ilustração do profundo cuidado de Deus por todos aqueles que têm sido rejeitados e descartados. É uma maravilhosa lição onde aprendemos que quando estamos cansados, sobrecarregados e sem nenhuma esperança, atravessando os nossos desertos, O Deus do Impossível chegará, nos fará companhia e saciará a sede do nosso coração.


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

NÃO TEMAS!


“Não temas, pois estou com você, não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei, eu o segurarei com minha mão direita vitoriosa.” (Is 41.10)

Isaías trás uma palavra de ânimo da parte do Senhor para que Israel não temesse a destruição que estava por vir, pois estava com eles e os ajudaria. Israel era a nação escolhida como instrumento para cumprir a promessa de redenção.

Hoje também, todos os convertidos a Jesus Cristo, foram feitos servos escolhidos de Deus e possuidores de cada uma das promessas contidas nesse capitulo. Não precisamos temer nenhuma força humana. Não há necessidade de ter medo daqueles que nos odeiam e com suas fofocas, calúnias e intrigas tentam nos derrubar e minar nossa fé, pois o Comandante dos Exércitos Celestiais vai à nossa frente quebrando as barreiras. Deus está conosco! É Ele quem luta por nós e nos justifica.

“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” (Sl 46.10). Façamos como o salmista e paremos de dar ouvidos a este mundo agitado e nos joguemos descansados e confiantes nos braços de Jesus. Entreguemos a Ele o nosso passado de dor, os nossos problemas, crendo que O Mestre agirá por nós.

“Não temas,” diz O Senhor. Ele conhece nossas fragilidades e tem poder para nos fortalecer contra os ataques que enfrentamos dia a dia. Ainda que os nossos inimigos sejam fortes tomemos posse da verdade de que Deus é muito mais poderoso do que qualquer coisa que possa nos atacar.


Quando confiamos em Deus, não precisamos ter medo.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

JESUS, O UNGIDO DO SENHOR, REI DOS REIS!

“E ajuntou-se a ele todo homem que se achava em aperto, e todo homem endividado, e todo homem de espírito desgostoso, e ele se fez chefe deles;...”
 (1Sm22.2)

Ao fugir do rei Saul Davi refugia-se na Caverna de Adulão e 600 homens (1 Sm 23.13), que passavam por dificuldades, desprezados, endividados e tristes de espírito se juntaram a ele. Davi tornou-se, então, chefe de uma formidável força de homens unidos pelas mais diversas circunstâncias. Todos agora, independente da situação horrível pelas quais passavam, eram servos do “homem segundo o coração de Deus”, e este, era chefe sobre eles. O fato de estarem unidos a Davi os separava de tudo o mais em Israel; possuíam uma nova vida. Ao saírem do domínio de Saul, aqueles homens se identificaram com o ungido de Deus rejeitado e perseguido, e passaram a comungar os mesmos interesses. Tudo que os oprimiam havia sido deixado para trás. A porção diária deles consistia no amor e favor de Davi. A esperança de cada um estava depositada num futuro glorioso ao lado do legitimo rei de Israel!


Hoje deveria ser exatamente assim. Pela graça e direção do Espírito Santo chegamos até O Rei Jesus, O Ungido do Senhor, também Perseguido, Abandonado e Desprezado por todos. O Filho de Deus que levou nossa culpa, que nos libertou do medo e do pecado. E qual a nossa reação diante dessa graça sem fim? Desejamos nos reunir ao redor do “Autor da Salvação”? Ou retornamos para o reino de Saul, para o mundo? Que o nosso desejo mais ardente seja viver como aqueles servos de Davi, cujo prazer, era desfrutar da presença do seu senhor, vislumbrando o momento em que finalmente o rei ocuparia o lugar, o trono que lhe era devido.