segunda-feira, 8 de setembro de 2014

SOMENTE A DEUS SEJA A GLORIA!



“Porque, quem te faz diferente? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebestes, porque te glorias, como se não o houveras recebido?”
(1 Co 4.7)
Jhann Sebastian Bach (1685-1750), um dos maiores compositores de todos os tempos, tinha fé e uma grande humildade acompanhada pela consciência da majestade de Deus. Não era por simples costume que terminava suas obras agregando as iniciais S.D.G – Soli Deo Gloria: somente a Deus seja a glória. Em seus manuscritos frequentemente também se acham as letras J.J: Jesus Juvat – Jesus ajuda.

Um biógrafo notou que em suas obras “Bach nunca esqueceu o que significavam as expressões ‘pecado’, ‘culpa’, ‘morte’ e experiência do efêmero’”. Por isso as expressava com força no tocante ao perdão divino.

Sua biblioteca era composta de livros de teoria musical e escritos cristãos. Os primeiros foram conservados por seus filhos, mas, por falta de interesse, o mesmo não sucedeu aos livros cristãos. Somente uma Bíblia reapareceu tempos depois nos Estados Unidos. É uma edição de 1681, em três volumes, traduzidas por Marinho Lutero. Nas margens havia anotações de Bach.

Alegra-nos muito saber que esse gênio da música era um crente piedoso. Seu talento o fez grande na terra, mas sua fé o fez humilde e lhe permitiu se beneficiar da graça de Deus. Sua fé também o capacitou para o céu e a eternidade. Por meio de sua obra musical também glorificou a Deus, Sua música ressoará enquanto houver terra, sua fé ressoará enquanto houver céus!
 (Transcrito  Boa Semente - devocional 2011)

8 comentários:

  1. Bom conhecer um poiuco mais sobre Bach e sua religiosidade.
    Um abraço.
    Élys.

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  2. Boa tarde Valdenice!
    Gostei muito de ler sobre Bach,
    ele pregava a palavra de Deus de maneira poderosa através de suas obras, e o mais importante de tudo atribuía a Deus toda glória.
    Linda postagem...
    bjs!

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  3. Olá minha querida!!!
    Quem ama sempre dá um jeitinho neh???
    Tbém tenho saudades...
    Tenho entendido de Deus amiga, que vivo um novo momento agora, e pelo menos por enquanto, não cabe o face... estou muito feliz com esse novo momento, mas algumas atitudes que tive que tomar doeram muito , e uma delas foi fechar a conta do face...vou deixar aqui meu e-mail para que possamos nos comunicar um pk mais além dos nossos cantinhos aqui nos blogues!! marly2.ribeiro@gmail.com
    Muitos amigos queridos do face que não quero perder estão me escrevendo , me procurando assim como vc fez, mesmo antes de eu achá-los novamente, e isto faz-me sentir muito amada de Deus e por vcs tbém amiga! bj

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  4. Boa noite vim deixar uma frase pra vc

    ¸.•*¨✿✿"Há pessoas que nos salvam sem perceber. Por amor. Por amizade. Por simplesmente querer bem."

    Paolla Milnyczul ¸.•*¨✿✿


    Bjusss
    Rita

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  5. Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor

    Ivone Boechat (autora)


    A felicidade de qualquer nação depende, fundamentalmente, do reconhecimento da soberania de Deus e a influência que Ele passa a exercer sobre as pessoas, sobre as famílias e todas as instituições. Quando se buscam deuses falsos ou quando não se cultua a nenhum deus, quando a Palavra de Deus e as suas Leis não têm lugar de adoração e destaque na vida da sociedade, ela perece entregue aos vícios, à depressão, à infelicidade.Uma nação se constrói no alicerce da fé. Cada cidadão bem orientado, com uma base sólida de educação, vai ajoelhar-se, aos pés de Cristo, buscando a comunhão com Deus. Porque “Os céus manifestam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos” Sl 19:1. Ninguém é insensível à majestade divina, quando lhe apontam para a grandeza do Seu poder.
    Feliz é a nação que “instrui ao menino no caminho em que deve andar” Pv 22:6.
    Feliz é a nação, onde a juventude “Lembra-se do Seu criador nos dias da sua mocidade. Ec.12:1.
    Feliz é a nação, onde os “príncipes ensinam aos anciãos a sabedoria…” Sl 105:22.
    Feliz é a nação que atende aos profetas de Deus, pois suas palavras são “…como uma candeia que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça e a estrela da alva surja em vossos corações” II Pe 1:19.
    Feliz é o cidadão que reclina sua fronte nas sagradas escrituras, porque “seca-se a erva e murcha a flor, mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente” Is 40:8.
    Feliz é o homem que “anda pelo caminho da retidão, no meio das veredas da justiça” Pv.8:20.

    A humanidade clama pela presença do Deus vivo, fiel, justo, capaz de transformar as tristezas desta civilização decadente numa geração eleita, confiante.

    Cada família pode se apresentar como agência do bem, responsável por seus filhos, vigilantes da paz.
    O homem foi criado para viver feliz, serenamente, entre as flores do imenso jardim do Universo – único verso divino, ritmado na cadência de vozes angelicais e nas bênçãos que o Pai das luzes derrama sobre seus filhos.
    Feliz é a nação que se esforça para caminhar debaixo da potente mão do Senhor e reconhecer que, desde a antiguidade, “O povo que andava em trevas viu uma grande luz; e sobre os que habitavam na terra de profunda escuridão resplandeceu a luz”. Is 9:2.

    http://jornalgospelnews.com.br/2010/09/28/feliz-e-a-nacao-cujo-deus-e-o-senhor/

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  6. Oi Valdenice,
    Fiquei feliz com sua visita.
    Estarei aguardando suas postagens abençoadoras \o/
    Bjs!

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  7. O Natal existe!


    Ivone Boechat


    Vamos supor que nada do que os homens acreditam sobre o Natal fosse verdade?
    Que tudo aquilo que os profetas disseram sobre o nascimento de Jesus, indicando até o local, era somente uma historinha pra nenhum boi dormir na estrebaria mais bonita do mundo. Que o coral de anjos nos céus de Belém, cantando a sinfonia maravilhosa, cuja letra a humanidade inteira sabe cantar (quem não canta é porque não quer, mas sabe) era somente para assustar e desmaiar pastores no campo...

    Vamos supor que os reis magos, vindo de muito longe, do oriente, talvez de Bagdá, carregando presentes caríssimos, era uma propina e que esses cientistas pesquisadores queriam somente passear, usurpando verbas, em jurisdição alheia, nas barbas de outro rei.

    Vamos supor que a fuga da família para o Egito era somente uma excursão para gastar as milhas acumuladas no lombo do burrinho de Nazaré a Jerusalém. Ou que Herodes decretou a matança das crianças só para agradar os aliados da base do seu governo.

    Vamos supor que a Escola que Jesus fundou na Galiléia com educação presencial e virtual, com módulos para o ensino à distância, escrito pelos alunos ou que a sua preocupação ao mostrar a importância do uso correto da rede (web) ensinando a acessar, convidando a Pedro Tiago e João para o seu twiter (segue-me...) ensinando a Pedro a se ligar ao provedor, dando-lhe a senha (Tudo o que ligares na terra...) foi só uma coincidência com a linguagem virtual de hoje.

    Vamos supor que o sermão do monte era uma tese de doutorado, nada mais, e que os valores ensinados eram somente a oportunidade para implantar a merenda escolar, a cesta básica, o vale refeição, o exercício do Pai Nosso supervisionado.

    Vamos supor que as curas maravilhosas, que não foram o foco principal do ministério de Jesus, mas sim o Seu plano de salvação, serviram somente para atiçar a inveja dos políticos milagreiros e que a cruz foi a sentença por um crime político de traição ao poder dos governantes. Se tudo isso fosse uma metáfora, se vivêssemos só esperando a felicidade e a recompensa na Terra, se não pudéssemos comemorar o Natal, porque Jesus não é o Salvador prometido, é um filósofo famoso, com jornada acadêmica encerrada, então poderíamos parafrasear o Apóstolo Paulo:
    “Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens”. I Coríntios 15:9

    (Educação-a força mágica)

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