‘’Por aquele mesmo tempo, o rei Herodes
estendeu as mãos sobre alguns da igreja para os maltratar; e matou à espada
Tiago, irmão de João . E vendo que isso agradara os judeus, continuou, mandando
prender também a Pedro. E eram os dias dos asmos. ’’
(At 12: 1-30)
Enquanto Herodes maltratava os crentes fieis,
chegando até mesmo a matar alguns, o povo aplaudia. Parecia que as hostes do
maligno pretendiam sufocar a igreja do Senhor, exterminando os seus lideres,
quando a igreja apenas começava e era tão pequena. Entretanto, Jesus prometera
que as portas do inferno não prevaleceriam sobre a Sua igreja.
Herodes mantinha Pedro na prisão. Ele estava preso
pelo simples fato de ter entregado sua vida ao Senhor e aguardava a sua execução.
A igreja era destituída de qualquer poder humano; não possuía nenhuma influência
política para libertar Pedro; não havia como socorrê-lo. Todavia, a igreja
primitiva sabia do poder que a oração possuía e por isso o texto traz uma declaração
forte para que a igreja ore: “mas havia oração
incessante a Deus por parte da igreja a favor dele’’.
Até quando a igreja devia orar por Pedro? Até ser
solto? Até ele ser executado? O texto nos diz que ela tomou seu espaço na
brecha e de um modo intenso e contínuo oraram pela situação de Pedro. A oração deles
não demorou a ser atendida.
A arma que a igreja possui não são os conchavos políticos,
não são as influências junto aos poderosos. Sua força não é humana, não é um
relacionamento com “Herodes”, mas, é um relacionamento com Deus e a igreja só
podia orar. Oração funciona, traz resultados.
Deus é Fiel e responde às nossas orações.





