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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

SEDE SANTOS

Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém vera a Deus
( Hb 12.14)

Viver uma vida de santidade deve ser o anseio e a meta de todo filho de Deus. O versículo acima deixa bem claro que, aquele que não se empenhar em buscar a santificação é indigno de ser chamado discípulo de Jesus e consequentemente não verá a Deus. No Sermão do Monte Jesus foi categórico: “Bem aventurados o limpos de coração, porque verão a Deus” (MT 5.8). Um coração puro e santo é condição básica para poder ver a Deus.

Quantas coisas são colocadas diante de nós todos os dias com o intuito de macular o nosso coração! As ofertas de “manjares” impuros nos são apresentados pelos mais variados meios: nas revistas, nos filmes, na TV, na Internet e tantos outros. Entretanto, cabe unicamente a nós permitir o que vamos deixar entrar em nosso coração. É nossa responsabilidade resistir ao pecado e a tudo que quer nos afastar do Senhor. “Não podemos evitar que um pássaro voe sobre a nossa cabeça, mas podemos impedi-lo de fazer um ninho nela”, afirma um ditado popular. É impossível evitar as tentações impuras que nos rondam dia a dia, mas, permitir que o pecado e suas consequências tenham vitória em nossa vida é uma opção que cabe a nós.

“Sede santos, porque Eu Sou santo”. Ser santo é ser separado para Deus, é estar empenhado em agradá-LO e amá-LO acima de tudo. É manter um coração puro diante de nosso Senhor; e isso requer esforço, interesse e disposição. “Sede santos”, essa é a vontade de Deus e devemos nos empenhar para alcançá-la . Precisamos deixar que o Espírito Santo  nos controle pois só Ele tem poder para nos ajudar a vencer as inclinações pecaminosas e assim prosseguirmos rumo ao alvo e vermos a Deus.

‘’Pois esta a vontade de Deus: a vossa santificação’’ (I Ts 4.3)



quarta-feira, 22 de junho de 2011

O CAMINHO PARA A SANTIFICAÇÃO

Deus enviou Seu filho para que por meio d’Ele alcancemos libertação, cura, alegria, descanso, vitórias. Acima de tudo isso, porém, Ele nos chamou para uma vida de santidade. Todos que se uniram a Cristo e se tornaram parte de Seu corpo são chamados por Ele de santos (separados). Se somos santos devemos viver como santos: ''Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor” (Ef 1.4).

É comum em nossas igrejas vermos os crentes cantando corinhos que exaltam a santidade, mas que não têm nenhuma noção de como obter essa santidade. Podemos observar certa incoerência entre o sentimento e a realidade, entre a emoção do que professam em suas canções de domingo, e as suas atitudes durante a semana. Mas de que maneira nos tornamos santos?

Ao perceber as duras provas de fé pelas quais os crentes da igreja primitiva passavam, o apóstolo Pedro chamou a atenção para a busca da santidade como meio suportar e vencer tais dificuldades. Solicitou algo que não é nada fácil: “Mas, como é santo aquele que vos chamou sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver” (1 Pe 1.15). De que maneira podemos fazer isso? O próprio Pedro nos orienta.

“Amai-vos ardentemente uns aos outros com um coração puro” (1Pe 1.22).
Interessante que o apóstolo sobrepõe o coração à razão. Ele que nos ensinar que amar alguém é suportar em amor as fraquezas, os defeitos e as limitações do outro; é colocar o bem estar de alguém acima do seu. Ele sabia que as relações devem ser pautadas pelo amor, pois “o conhecimento sem amor produz a arrogância” (1 Co 1.8). Deus é santo e absolutamente singular em Sua disposição e dedicação para amar:Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (Jo 3.16). Tornamos-nos santos à medida que seguimos Seus passos e amamos uns aos outros. Se nascemos de novo não podemos mais viver na velha natureza, mas na nova que é nascida em Deus e moldada segundo o próprio Jesus Cristo.

Para crescermos em santidade o amor deve estar sempre adiante do aprendizado. Não é um exercício acadêmico, mas acima de tudo espiritual. Precisamos compreender isso, pois só assim iremos entender o porque de tanta imaturidade em nossas igrejas apesar de tanto material para estudos bíblicos.


É amando de modo não fingido de coração  e desejando alimentar-se da Palavra do mesmo modo que um recém nascido deseja seu alimento- sem malícia, engano ou hipocrisia -  que manifestaremos quem realmente somos. O desejo pela Palavra e a sua prática, nos ajudará a termos um caráter semelhante ao de Jesus.

Para alcançarmos uma vida santa é indispensável estarmos abertos e disponíveis para o trabalho, cooperando juntamente com O Espírito Santo, consciente de que a integridade da igreja depende de cada um de nós, casa espiritual e sacerdócio santo.
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“Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo”.


A Deus toda honra e toda glória!!


quinta-feira, 16 de junho de 2011

LUCAS 18;13


“O publicano, estando de pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício mim, pecador!” ( Lc18.13)




Nessa parábola o Senhor Jesus aponta para dois tipos de pessoas homens. Uma que pensava ser justa devido aos seus próprios esforços, inconsciente de sua natureza pecaminosa, de sua indignidade e da permanente necessidade da graça e misericórdia de Deus. A essa Jesus se refere como “a alguns que confiavam em si mesmos” e que fazia parte daqueles que “desprezavam os outros.” Era um fariseu, que devido aos seus atos de compaixão e bondade exterior pensava não precisar da graça do Senhor. Encontrava-se no templo, numa posição de destaque e “orava de si para si”. Um homem que aos olhos dos outros se torna intolerável, pois o que rege a sua vida é o seu “eu”: ‘’Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens... jejuo duas vezes por semana e dou o dizimo de tudo quanto ganho” (v.11-12). A esses, cheios de orgulho, O Filho de Deus não tem nenhum desejo de se relacionar.

O outro, um coletor de impostos, chega ao templo e permanece além do local sagrado. Diferente do fariseu estava profundamente consciente do seu pecado e culpa; e verdadeiramente arrependido volta-se para Deus suplicando perdão e misericórdia. Demonstrando ser um verdadeiro filho de Deus suplica ao Eterno: “Ó Senhor sê propício a mim pecador!”. É como se dissesse: seja favorável a mim Senhor, seja a minha expiação um sacrifício purificatório!  A expiação é tão somente o sacrifício que Jesus Cristo originou na cruz e o único aceito por um Deus Santo!


Porque todo aquele que a si mesmo exaltar será humilhado. Mas o que a si mesmo humilhar será exaltado! (Lc 18.14)



segunda-feira, 12 de outubro de 2009

PALAVRAS SUAVES

É desejo do Senhor que o nosso falar seja permeado pela sinceridade. Tal atitude requer de nós o difícil domínio da língua. As pessoas são sensíveis e reagirão àquilo que dizemos.

Palavras hostis e desinteressadas trarão à tona irritação e mágoa; inverdades e coisas sem fundamento serão geradoras de frustração.

Se dermos um mergulho no passado lembraremos de quantos episódios lamentáveis poderiam ter sido evitados se tão somente fossemos mais hábeis no falar ou até mesmo nos calar. Triste é constatar que infelizmente, na maioria das vezes nos aproximamos das pessoas com “três pedras nas mãos”.

Que a nossa oração diante do Pai seja para que Ele nos capacite a colocar em nossas palavras suavidade, compreensão e perdão. Que nos dê sabedoria para enaltecer e enfatizar tudo de bom que o outro tem, de modo que essas mesmas palavras possam produzir vida e saúde ao físico e ao espírito de todos que nos rodeiam. Que Deus nos abençoe!!!!

"Favo de mel são as palavras suaves: doces para a alma e saúde para os ossos" Provérbios 16: 24