
domingo, 17 de novembro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
“TESOUROS EM VASOS DE BARRO”
Porque, mesmo quando
chegamos à Macedônia, a nossa carne não teve repouso algum; antes em tudo fomos
atribulados: por fora combates, temores por dentro.(2Co 7:5)
Meditando na vida do apóstolo Paulo após sua conversão, percebemos que o
mesmo foi alvo contínuo de contendas e disputas, perseguido e oprimido pelos
temores “interiores”. E não são raras as vezes que nos perguntamos por que O Senhor
permitiu que o Seu servo fiel ficasse exposto a tantos problemas e dificuldades?
Afinal, não custaria nada ao Deus todo poderoso guiá-lo por caminhos fáceis e agradáveis.
Hoje é exatamente igual: O Senhor continua conduzindo os Seus filhos por caminhos
repletos de dor, enfermidades e adversidades. Por quê? Porque é exatamente na
nossa fraqueza que Deus quer revelar todo o Seu poder!
Temos, porém, este tesouro
em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós.
Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.
Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
(2Co 4:7-9)
Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.
Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
(2Co 4:7-9)
Era costume
naquele tempo esconder tesouros dentro de vasos de barro simples – foi em vasos
como esses que os Rolos do Mar Morto e outros tesouros foram encontrados. Paulo,
inspirado pelo Espírito Santo, quer trazer ao nosso coração a consciência de
nossa fragilidade humana, tão bem representada na figura do “vaso de barro”, mas, que jamais será derrotada
devido ao “tesouro” celestial que habita em nós. Ele quer que a gente creia que
nas situações mais difíceis da vida há tesouros escondidos, quando por meio
delas crescemos na fé e confiança em Deus.
Somos um “vaso de barro” que passa por tristezas,
dor, lágrimas, aflições, perplexidades, sofrimentos... Entretanto, são justamente
essas coisas que nos tornam receptivos à graça abundante de Cristo e permite
que Sua vida seja manifestada em nossos corpos.
E assim nós, que vivemos,
estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se
manifeste também na nossa carne mortal.
(2Co 4:11)
(2Co 4:11)
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
SIMPLESMENTE FÉ!
(Disse-lhes
ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se
tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui
para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível.) Mt 17.20
O
nosso Pai Celeste deseja que mantenhamos viva a certeza de que basta
simplesmente nos colocar nas mãos do nosso Salvador com nossas
fraquezas, limitações, falhas e lutas diárias com a fé de uma criança. É isso que fará diferença em nossa vida espiritual e nos dará poder para remover as nossas montanhas!
Está
escrito no evangelho de Marcos 4:31 que o grão de mostarda “ é a menor
de todas as sementes sobre a terra”. É uma semente extremamente
pequena, seu diâmetro é de aproximadamente 1 mm, e no transcorrer de um
ano cresce até transformar-se em uma árvore com até 3m de altura.
Entretanto, esse grão pequenino e insignificante é usado por Jesus como
parâmetro de uma fé capaz de mover montanhas. O Mestre quer nos ensinar
que não precisamos necessariamente de uma grande fé, mas, de uma fé
simples e verdadeira geradora de efeitos grandiosos!
Diante
dos problemas que teimam em não nos deixar ou quando oramos e tudo
parece estar na contramão de tudo que esperamos, é natural questionarmos
se é a nossa fé que está
pequena e precisamos de uma fé maior. E Jesus se levanta aqui para nos responder que necessitamos tão somente de uma fé simples. Ele quer nos convencer de que mais importante que ter uma grande fé em Deus, é termos fé em um Grande Deus!
pequena e precisamos de uma fé maior. E Jesus se levanta aqui para nos responder que necessitamos tão somente de uma fé simples. Ele quer nos convencer de que mais importante que ter uma grande fé em Deus, é termos fé em um Grande Deus!
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
“DEIXEM ENTRAR O REI DA GLÒRIA”
“Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó portais
eternos, para que entre o Rei da Glória!” ( Sl 24.7)
Esses versículos são
messiânicos, pois, Jesus é O Rei da Glória! São palavras proféticas que irão se
cumprir quando a Porta Dourada que hoje se encontra bloqueada por um muro que
impede o acesso ao monte do Templo, finalmente for aberta. A impressão que
temos é que as portas estão fechadas para sempre. E essa é exatamente a ideia
do inimigo: trancar para impedir a entrada do Messias. O povo de Israel
declarou certa vez: “Não
queremos que este reine sobre nós” (Lc 19.14).
Na vida de muitas pessoas
também há uma “Jerusalém”, cuja porta parece estar eternamente fechada: o
coração! Deus tem interesse e ama a porta do nosso coração. “O Senhor ama as portas de Sião” (Sl 87.2). Ele quer que a deixemos aberta para
receber Jesus e ai estabeleça o Seu trono. O nosso coração deve ser a “capital
de nossa vida”, onde Cristo seja O Rei e Senhor.
A Bíblia diz que quando Davi conquistou
Jerusalém, ele a estabeleceu como a capital de Israel e governou a partir de
lá; diferente do rei Saul que não tinha uma sede de governo definida e
governava de onde achava melhor ou necessário, muitas vezes vitorioso, mas, inúmeras
vezes desobediente, na sua própria força e completamente indiferente às orientações
do Senhor. Saul e seu reinado não servem de modelo profético para o reino de
Jesus, mas o de Davi sim! Nossa vida tem refletido a época de Saul ou a de
Davi? Precisamos ser a geração daqueles que buscam a Deus e cuja vida deve ser
uma ilustração para o reinado de Jesus Cristo. Devemos ser um povo que ora para
que venha o Rei da Glória e finalmente estabeleça o Seu Reino que jamais terá
fim.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
LIVRES DE TODO PESO E DO PECADO
“... desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus,...”
(Hb 12:1-2)
Quando realizamos uma faxina em nossas bolsas e mochilas percebemos quantas coisas desnecessárias carregamos e que servem apenas para produzir peso. O mesmo acontece com o nosso coração. Costumamos enchê-lo com uma série de coisas de nenhuma valia e se não forem descartadas tornar-se-ão num fardo. Exatamente por isso o autor aos Hebreus nos chama a atenção para que “nos desembaracemos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia”.
O pior é que o pecado cola em nós igual a um chiclete, que gruda em nosso calçado e onde quer que pisemos ele cola também. E como é difícil livra-se dele! Com o pecado acontece exatamente igual: ele atrai mais pecado (um abismo chama outro abismo Sl 42.7). O pecado mina as nossas forças. É semelhante a um parasita que cola numa planta e desenvolve se alimentando da seiva até leva-la à morte. Devemos descarregar os nossos pecados aos pés de Jesus, só o Seu sangue nos purifica de todo pecado.
Estamos em uma corrida que deve ser efetuada pacientemente. Livres do peso do pecado, certamente correremos melhor. Não podemos ficar parados e é necessário que sejamos pacientes, perseverantes, pois não sabemos quanto tempo durará a jornada. Precisamos fixar os nossos olhos, as nossas vidas e nossos corações em Cristo Jesus e no exemplo de obediência perseverante que Ele nos legou na terra. Jesus é a nossa fonte de amor, graça, misericórdia e auxílio.
JESUS MORREU PARA QUE FÔSSEMOS LIVRES.
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