sábado, 15 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
SEGREDO PARA UMA VIDA PLENA
Filho meu, não te esqueças da minha lei, e o teu coração guarde
os meus mandamentos.
Porque eles aumentarão os teus dias e te acrescentarão anos de vida e paz.
Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao teu pescoço; escreve-as na tábua do teu coração.
PV 3:1-3
Porque eles aumentarão os teus dias e te acrescentarão anos de vida e paz.
Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao teu pescoço; escreve-as na tábua do teu coração.
PV 3:1-3
Há um frenesi em busca de coisas para prolongar a vida: alimentação saudável, exercícios físicos, vitaminas, reposição de hormônios, etc. Quem não gostaria de uma vida longa, repleta de paz, permeada pela graça e fidelidade permanente do Senhor? Existe um caminho seguro, mas, que ninguém observa e leva a sério. O livro de Provérbios contem ditos curtos e diretos que expressam verdades eternas e sabedoria divina; e que aplicados à nossa vida por meio da obediência e da fé transformam a nossa existência.
Salomão procurava a sabedoria de Deus e as verdades deixadas nesse livro não são meros devaneios poéticos, mas, veracidades reais às quais vale a pena tomar posse. A obediência aos mandamentos de Deus nos garante promessas maravilhosas, entretanto, nós não os respeitamos e os negligenciamos. As consequências por sua vez não tardam em vir ao nosso encontro. Desejamos a paz no mundo e entre os seres humanos, e esta não vem justamente porque depende da obediência aos mandamentos divinos: “Ah! se tivesses dado ouvidos aos meus mandamentos, então seria a tua paz como o rio, e a tua justiça como as ondas do mar!” (Is 48.18).
A Palavra de Deus é simples e revestida de poder!
No evangelho de João Jesus declara: “Se vós
estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo que o
que quiserdes e vos será feito” (Jo 15.7). Essa é a base para uma vida
plena. Poderíamos fazer inúmeras reflexões ou filosofar sobre o que significa
essas Palavras do Mestre, todavia, seriam vãs, pois o próprio Jesus nos afirma:
“Se guardardes os meus mandamentos,
permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos
de meu Pai, e permaneço no seu amor. Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo
permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo.” (Jo 15.10-11). E
é exatamente nesse “permanecer” que reside a benção maior.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
“FICAI AQUI E VIJIAI COMIGO”
Jesus encontrava-se no Getsêmani juntamente com os Seus discípulos, os mesmos que horas antes prometeram estar com Ele sob toda e qualquer circunstância. Mas, a noite cai sobre eles e O Senhor com Sua alma angustiada até a morte suplica ao Pai por três vezes, não sem antes, declarar: “Todavia, não seja como eu quero e sim como tu queres”( Mt 26.39). Em cada oração Jesus constatava o silêncio de Deus e o abandono dos seus discípulos que dormiam. No mesmo instante em que cheio de pesar indagava a eles: “Ainda dormis e descansais?”, sofria a traição de Judas que O entregava aos inimigos. Mais adiante Mateus registra: “Então os discípulos, todos, deixando-o fugiram” (Mt 26.56)
Aprendemos aqui que haverá ocasiões em nossa vida que teremos que enfrentar o sofrimento sem o apoio, conforto ou companhia dos amigos. Todavia, O Senhor estará sempre presente, daí Ele pedir: “ficai aqui e vigiai comigo”. Cristo não nos cobra entusiasmo nem promessas. Essas coisas são destituídas de qualquer valor se, em nossas orações nos comprometemos a seguí-Lo, mas, quando a dificuldade chega batemos em retirada. Também aprendemos que em meio aos nossos problemas não percamos a esperança, nem adormeçamos espiritualmente. Não sejamos como Sansão que ao revelar de onde provinha sua força descomunal, o inimigo esperou pacientemente que ele dormisse e ele ficou vulnerável e perdeu o que possuía de mais precioso: a presença do Espírito em sua vida.
O Mestre quer trazer ao nosso coração que a vida vitoriosa no Espirito Santo não é nenhum caminho fácil e advém do nosso relacionamento com Deus como Seus filhos, da nossa identificação com Cristo, do nosso testemunho d’Ele e da nossa recusa de nos conformarmos com este mundo. Não podemos esquecer que todos que atendem ao chamado de Deus estão a mercê de lutas e sofrimentos, mas, estas são considerados insignificantes ante a benção, os privilégios e a glória que serão concedidos ao crente fiel na era vindoura.
"Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;" (2Co 4.17)
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segunda-feira, 13 de maio de 2013
APARENTEMENTE FIRME
"Todo aquele, pois, que escuta
estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que
edificou a sua casa sobre a rocha;
E desceu a chuva, e correram
rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava
edificada sobre a rocha.
E aquele que ouve estas minhas
palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua
casa sobre a areia;
E desceu
a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e
caiu, e foi grande a sua queda".( Mt 7:24-27)
Tempos
atrás, a cidade de São Paulo foi surpreendida com o desabamento de um túnel em construção
da linha 4 do metrô. O buraco formado engoliu carros, caminhões, ônibus, além de
ameaçar casas, de aproximadamente, 80 famílias da região.
A
noticia sensibilizou o país. As coisas caminhavam normalmente. Quem passava por
ali não imaginava o que estava por acontecer. Tudo estava aparentemente firme,
e às 15 horas o solo começou a ruir. O Corpo de Bombeiros trabalhou
incansavelmente na busca de pessoas desaparecidas nos escombros.
O
Ministério Público está apurando quem são os responsáveis pela lamentável tragédia. Mas
uma coisa já é certa: o solo não era firme e houve erros de planejamento e execução
de obras.
Essa
triste situação nos faz pensar um pouco em como anda nosso relacionamento com
Deus. Pensar de que maneira temos construído esse relacionamento. Será que o construímos
de maneira firme, com leitura da Palavra e oração, ou estamos apenas
aparentemente firmes para quem olha de fora?
Quando
temos uma vida alicerçada no Evangelho, uma vida alicerçada em Jesus nossa
Pedra Fundamental, podemos estar certos de que somos realmente firmes. Podemos ter
certeza de que a nossa fé não é uma aparente. Jesus é a nossa Pedra Fundamental,
que nos mantem sempre firmes para a Sua glória.
Como
vimos no metrô, solos aparentemente firmes tendem a ruir; assim também os
servos de Deus aparentemente firmes. Portanto, cabe a cada um de nós o zelo e o
empenho de construir um relacionamento forte e cheio de vigor com o nosso
Salvador. Estejamos firmes em Deus, e somente nEle. Que Deus nos abençoe!
Texto
do seminarista Raphael Gonçalves Farves (adaptado)
quinta-feira, 2 de maio de 2013
O SILÊNCIO DE DEUS
“Consultou Saul ao Senhor, porém o Senhor não lhe respondeu, nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas” (1Sm 28.6)
Em meio a sua aflição, Saul buscou uma palavra profética da parte de Deus, mas Deus não lhe respondeu. Os canais de comunicação estavam bloqueados. Deus estava em silêncio. O registro dessa história nos revela a fraqueza espiritual que Saul se encontrava. Ao invés de procurar a direção do Espírito, o porquê Deus não lhe respondia mais e fazer um autoexame, optou por um caminho que o distanciava ainda mais do Senhor: a feitiçaria e idolatria. A obstinação em persistir na desobediência e na prática errada diante das ordenanças e preceitos de Deus privou-o do Socorro Divino.
Conosco não é diferente. Nos momentos difíceis quando queremos ser mais sábios e ágeis do que Deus, andamos por maus caminhos ou optamos por alguma alternativa que o mundo oferece, levantamos um muro entre nós e Deus e de nada nos adiantará invocarmos O Senhor. “mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus, e os vossos pecados esconderam o seu rosto de vós, de modo que não vos ouça” (Is 59.2).
A Palavra de Deus é “viva e eficaz” (Hb 4.12), e são muitos os que fogem ou não permitem a Sua ação. Precisamos deixar que essa Palavra opere em nós. Não sejamos como Saul que jamais se esforçou numa profunda busca do Senhor. Comprometamo-nos de fato em ter uma vida santa e uma vontade submissa à Deus; e então derrubaremos todas as barreiras que nos impedem de desfrutar do favor do Senhor.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
CRIAR RAÍZES É FUNDAMENTAL
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“Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse-lhe: Zaqueu desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa”.(Lc 19.5)
Em seu breve ministério, Jesus teve alguns encontros, entretanto, esse é o único em que Ele se convida para ser hóspede de alguém. Ao ver Zaqueu, O Senhor poderia ter lhe falado muitas outras coisas ali junto àquela árvore, mas Ele preferiu dizer apenas estas palavras: “... desce depressa, pois me convém ficar hoje na tua casa”. A comunhão mais profunda, a conversa mais séria, o conhecimento mais amplo, tudo isso aconteceu na casa do cobrador de impostos. Que bela lição esse encontro nos ensina! Jesus quer muito mais que uma rápida passagem à distância; Ele anseia por uma intima comunhão conosco e quer fazer do nosso coração a Sua morada. Jesus deseja ir muito além do lugar onde nos refugiamos numa tentativa de fugir dos problemas que nos sufocam e impedem a nossa visão. Ele quer estar no cerne, na raiz das nossas dificuldades, no âmago do nosso ser.
Onde nos recolhemos quando assolações nos atingem? Na árvore da fé de outras pessoas? Muitas vezes subimos na árvore de pessoas que já têm raízes, quando na verdade é necessário que criemos raízes firmes e fortes em Jesus e Sua Palavra. Ainda que nossos irmãos possuam raízes fortes, isso não nos isenta do trabalho de criar raízes na Palavra. Uma árvore boa é reconhecida pela solidez e força de suas raízes. Muitos dissabores no sobrevêm por nos refugiarmos em “grandes homens de fé”, mas que na realidade não passam de árvores grandes cujas raízes estão frágeis, incapazes de dar-lhes sustentação.
Por isso o Apóstolo Paulo nos faz a seguinte exortação: “Ora, como recebeste Cristo Jesus, O Senhor, assim andai nele, nele radicados, e edificados, e confirmados na fé, tal como fostes instruídos, crescendo em ações de graças” (Cl 2.6-7)
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