sexta-feira, 12 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
PERDÃO GERA ALEGRIA E ADORAÇÃO

“Mas os filhos de Belial disseram: Como poderá este homem salvar-nos? E o desprezaram e não lhe trouxeram presentes. Porém Saul se fez de surdo”. (1Sm 10.27)
Após o Senhor ter escolhido Saul para ser o líder de Israel, alguns do povo não o reconheceram com o respeito devido a um rei, o desprezaram e até o difamaram. Mesmo tendo um trágico fim, devido a sua infidelidade a Deus, Saul recebeu talentos da parte de Deus para serví-LO e reinar sobre Israel; seu coração foi transformado e revestido pelo poder do Espirito Santo. Diferente de outros reis, Saul não mandou castigar aqueles que o desprezavam e propositalmente não permitiu que nenhuma raiz de amargura se instalasse no seu coração. Como somos tendenciosos a pagar o mal com o mal! Se não o fazemos na hora, faremos numa outra oportunidade.
Após uma grande vitória sobre os inimigos, Saul foi aconselhado a destruir todos que lhe desejavam mal. “Porem Saul disse: Hoje, ninguém será morto, porque, no dia de hoje, o Senhor salvou a Israel” (1Sm 11.13). Ele reconheceu o livramento do Senhor e recusou-se a matar os que haviam se revoltado contra o seu reinado e usou de misericórdia. Sem ceder ao orgulho, manteve-se humilde, deixando nas mãos de Deus o castigo para as más línguas. E o resultado de tudo isso foi alegria e adoração.
“Deus é bom e a sua misericórdia dura para sempre”. Em Sua infinita bondade, Deus nos deu gratuitamente o perdão, por meio do sacrifício de Jesus na cruz. Ele nos perdoou tudo! E temos a garantia do Seu perdão sempre que formos a Ele confessando os nossos pecados. Ressentimentos, amarguras e animosidades contra o próximos são totalmente incompatíveis com uma vida cristã verdadeira, e devem por isso, ser banidos da vida do crente.
“e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como temos perdoados aos nossos devedores” (Mt 6.12)
quarta-feira, 27 de março de 2013
ESTÁ CONSUMADO!
“Eli, Eli, lamá sabactâni? O que que dizer: Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?(Mt 27.46)
“Está consumado” (Jo 19.30)
“Desamparaste” é uma expressão forte para o abandono pessoal e foi sentida profundamente por Davi (Sl 22.1), e absolutamente experimentada por Cristo na cruz. “Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste”? A realidade abrangente dessas palavras proferidas pelo Filho de Deus, são sem dúvida alguma as mais importantes na História da Salvação.
Jesus Cristo, o Único Homem sem defeito, sem pecado, apontado por João Batista como “O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” deixou-se levar de um tribunal a outro e ser condenado por juízes injustos e levianos. Suportou na cruz a humilhante condição de malfeitor imposta pelos homens. Voluntariamente bebeu o cálice da ira divina contra o pecado, rendeu Sua vontade `a vontade do PAI. E, ainda assim, todo esse sofrimento não conseguiria apagar um só de nossos pecados. Era indispensável que Ele padecesse três horas de total escuridão e solidão no Gólgota. O Santo e Justo, que abominava o mal, aceitou ser feito pecado por amor ao Pai e a nós. Ali dependurado no madeiro, Jesus Cristo deu inicio a mais poderosa manifestação de poder diante de um mundo estupefato e abalado. O Cordeiro de Deus realizou o que é definitivo para sempre: levar embora toda a culpa e todo o pecado de todos os homens
A morte de Cristo foi um ato de extremo amor que satisfez a justiça de Deus! Na cruz do Calvário, o pecado foi plenamente julgado, e o pecador arrependido, totalmente salvo. “Está consumado!”. A obra de redenção está completa, está totalmente paga; e qualquer pessoa, a partir desse momento, por mais pecadora, ruim ou suja que esteja, pode vir até Jesus e receber d’Ele a garantia de estar liberta para todo o sempre!
Por tudo isso e por ter nos amado tanto, recebe Senhor, a nossa gratidão hoje e eternamente!
quinta-feira, 21 de março de 2013
PENSAMENTOS ALINHADOS À CRISTO
Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas;
Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o pensamento à obediência de Cristo; (2 Co 10 4-5)
O livro aos Efésios declara que o cristão está engajado numa guerra contra as hostes espirituais da maldade (Ef 6:11). Por isso, o apóstolo Paulo nos fala da armadura espiritual que O Senhor coloca à nossa disposição, para ser o traje sustentador ao longo da vida, e com a qual poderemos enfrentar tudo o que se opõe ao conhecimento de Deus – não só os pensamentos patéticos e filosóficos, mas, os temerosos e maus. De que maneira? Alinhando todos os nossos pensamentos com a vontade do Senhor, ou seja, levando tudo cativo a Cristo. Tomando uma decisão por Jesus e contra Satanás, que deseja nos destruir!
Certa vez Jesus disse: “... do coração procedem os maus desígnios..” (Mt 15.19). É do coração que se originam os nossos pensamentos. É lá que precisamos fazer a limpeza.
Alguns pensamentos têm sua origem em nós mesmos, enquanto outros provêm diretamente do inimigo (o Diabo). Todavia, cabe a nós a responsabilidade de assumir os pensamentos e, uma vez, assumidos, descarregá-los aos pés da cruz para que Jesus faça exatamente o que faz com toda culpa: Ele perdoa.
“Que preciosos para mim, ó Deus, são os teus pensamentos! E como é grande a soma deles!” (Sl 139. 17). Nossa mente precisa estar cheia da Palavra de Deus; centrada em Jesus Cristo e nas coisas celestiais, compreendendo que a mente firmada no Espirito é vida e paz, ao passo que a mente firmada na carne é morte (Rm 8:6-7).
Somos tentados a enfrentar os desafios do mundo por meios carnais e com armas mundanas (sabedorias, filosofias e psicologias humanistas, atrações emocionais; atividades centradas em passatempos etc), em detrimento da oração, fidelidade à Palavra e a proclamação do poder do evangelho. Esquecemos que tais armas jamais destruirão as fortalezas do pecado e apenas nos privarão das armas da fé, da justiça e do poder do Espirito Santo.
Submetamos os nossos pensamentos à obediência a Cristo e então Ele nos esclarecerá os Seus pensamentos.
“Quanto ao mais, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.” (Fl 4.8)
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