quinta-feira, 21 de março de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
ACUSADOS PELA PRÓPRIA CONSCIÊNCIA
“Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até os últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava” (Jo 8.9)
Todos nós possuímos uma consciência e seguramente somos observados por esse árbitro interior. É bem provável que possamos mantê-la adormecida por algum tempo e entregar-nos aos prazeres e as diversões, porém, não tem como evitar que, em algum momento, ela venha a despertar.
“Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra”. Essas palavras proferidas por Jesus acharam ressonância na consciência da multidão que acusava aquela mulher surpreendida em adultério. Todos, sem exceção, ficaram convictos de seus próprios pecados.
Algumas vezes a consciência se manifesta antes de uma ação; outras vezes durante a ação e todas as vezes após uma ação. E então o sentimento de culpa toma conta de nós. O que fazer? Existe apenas uma saída: Correr para Jesus e confessar-lhe a culpa. Só assim, por meio do Sangue de Jesus, nossa consciência achará descanso e purificação. Não podemos esquecer de que a consciência age como um freio antes de uma atitude e como uma vara disciplinadora após.
Precisamos reconhecer a existência da consciência que erra e confunde; e exatamente por isso, ela deve ser orientada e dirigida pela Palavra de Deus. Só assim ela nos livrará do engano e nos ajudará a reconhecer e a obedecer a vontade do Senhor.
“Não há nada mais meigo, no céu ou na terra, do que a consciência. Diz-se que ela é algo suave aos olhos, mas a consciência é ainda mais que isso. Nela ouvimos a voz de Deus!”(Martinho Lutero)
quarta-feira, 6 de março de 2013
APANHAI AS RAPOSINHAS
"Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que devastam os
vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor” (Ct 2.15)
Certa vez andando pela cidade deparei-me com uma arvorezinha crescendo sobre a fachada de uma casa, a uns cinco metros de altura do solo. O fato me levou a pensar de que maneira aquilo ocorreu. Como uma árvore podia ter crescido num lugar tão insólito?
Talvez tudo possa ter começado com uma rachadura na parede e o proprietário não se importou em consertá-la. O tempo foi passando, o pó e a umidade se acumularam e provavelmente o vento ou até mesmo um pássaro depositou ali uma semente. Abrigada entre as fendas, a semente germinou, as raízes aumentaram, firmaram-se entre os tijolos, causando mais rachaduras. A árvore cresceu e ninguém deu a mínima importância para ela. Se algo não for feito para interromper esse ciclo, daqui a algum tempo a casa ruirá.
É mais ou menos isso que acontece conosco. O pecado começa na igreja, no casamento e principalmente em nossa vida pessoal como uma “pequena rachadura”. As “pequenas e inofensivas” raposinhas se não forem urgentemente eliminadas têm um efeito devastador. As raposas são aquelas atitudes nossas (egoísmo, inveja, fofoca, falta de solidariedade, mentira, falsidade, etc), que avaliadas à luz da Palavra deixam de ser vistas de maneira LEVE e precisamos encará-las como pecados que infestam a nossa vida, desagradam e entristecem profundamente a Deus.
Salomão reconhecia a existência de plantinhas altamente danosas (raposinhas), que nasciam junto à videira e impediam o seu crescimento sadio e a levava a esterilidade. Por isso, desejou que a Sulamita, de uma maneira simbólica, fizesse no relacionamento deles o que ela literalmente fazia nas vinhas, ou seja, que eliminasse do relacionamento que havia entre eles todas as coisas que pudessem atrapalhar o desenvolvimento de seu amor.
O Senhor nos exorta a apanhar as “raposinhas”, as ervas daninhas que ameaçam o nosso relacionamento com Ele, que tentam atrapalhar os planos grandiosos que Ele tem para nós e querem impedir a nossa vinha de florescer. "Cuidado com as raposinhas que fazem mal às vinhas..." Vamos arrancá-las cedo, de modo que nossa vida floresça e dê frutos que proporcionem honra e glória ao nome de Jesus.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
VESTE NUPCIAL
“e (o rei) perguntou-lhe: Amigo, como entraste aqui sem veste nupcial? E ele emudeceu” (Mt 22.12)
“Vossa majestade sabe muito bem que vivo pelas estradas e seus súditos me trouxeram do jeito que eu estava. Como esperava que eu estivesse com a roupa adequada?” Essa, bem que poderia ter sido a resposta daquele homem ao rei. Nosso amigo tinha todo o direito de se defender. Entretanto ele emudeceu, não teve como se desculpar. Será que o rei não foi exigente demais? Não foram todos trazidos das ruas? Que vestes os outros convidados usavam? Porque o rei olhou com tanta impiedade somente para aquele convidado?
De fato, todos “os chamados” foram reunidos apressadamente e por isso não se esperava que alguém pudesse vir vestido adequadamente. Porém, havia algo que fazia toda diferença: as vestes eram fornecidas pelo próprio rei. Todos aceitaram, menos um. Aquele homem, por vontade própria, rejeitou a graciosa provisão do rei. O que causou aquela recusa? “Estamos ricos e abastados e não precisamos de coisa alguma” disseram os crentes de Laudicéia. “O Senhor os aconselha a vestirem vestiduras brancas a fim de que a vergonha de sua nudez não seja manifestada” (Ap 3.17-18). “Tirai-lhe as vestes sujas. Eis que tenho feito que passe de ti a tua iniquidade e te vestirei de finos trajes”, essa foi a mensagem da graça de Deus ouvida pelo sumo sacerdote Josué. ( Zc 3.4)
Agora está muito claro: não havia nenhum argumento de defesa para aquele convidado! Ele deliberadamente rejeitou a veste melhor que o rei graciosamente lhe ofereceu, e desse modo sua exclusão da celebração das bodas foi perfeitamente justa. E nós, como estamos diante do Rei, de Deus? Ele nos conclama ao arrependimento e à fé à mensagem do evangelho; os que respondem são os escolhidos, os eleitos, e a estes, mediante Sua graça, oferece vestes brancas e limpas, por meio de Sua justiça, alcançada pelo Sangue de Jesus.
“O Espirito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem”. Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a agua da vida”.
( Ap22.17)
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