quarta-feira, 24 de agosto de 2011

UNIDOS, PORÉM, DIFERENTES

O apóstolo Paulo em Gl 2.20 afirma: “já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim!”. Unidade verdadeira é justamente isso! Cristo esta em mim e em todos os meus irmãos.

Há uma infinidade de crentes em Cristo que entendem como unidade espiritual o fato de todos terem uma mesma maneira de pensar. Entretanto, é precisamente isso que gera desavenças e confusões dentro da igreja. Deixar que Cristo cresça mais e mais em nós por meio do Espírito Santo, é que atrairá a verdadeira unidade. À medida que permitimos que O Senhor Jesus cresça em nós, teremos condições de viver o que esta escrito em 2Co 5.16 (Por isso daqui por diante a ninguém conhecemos segundo a carne;...), ou seja,  não devemos julgar o nosso irmão baseado nas nossas convicções, mas analisá-lo segundo O Nosso Senhor. Muitas contendas seriam evitadas se compreendessemos e adotassemos essa postura.


Unidade espiritual não implica necessariamente, que temos que ter as mesmas opiniões. Sempre haverá assuntos os quais as ideias irão divergir no corpo de Cristo. O que precisamos entender, é que quando O Espírito Santo é o centro da comunhão e tem toda a liberdade para reinar e agir, as coisas secundárias deixam de ser motivo para a desarmonia. Quando JESUS tem primazia e ocupa o lugar que é Dele por excelência, iremos nos concentrar naquilo que realmente é fundamental. Aceitaremos a verdade de que o nosso irmão não é obrigado a ver as coisas do mesmo modo que nós vemos. Entenderemos que o que importa é colocarmos em prática tudo que estiver ao nosso dispor, para que o próximo que tem uma opinião diferente da nossa, veja Cristo em nós, e nós O vejamos nele. É isso que fará com que apesar das diferenças, estendamos as nossas mãos um para o outro e olhemos para o que nos une e não para o que nos separa.

Quando Jesus toma conta de cada pedacinho de nossa vida e governa cada situação pelas quais passamos, teremos condições de amar à despeito de qualquer coisa e de nos  submetermos à ordem de Paulo em Fl 2.3 nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo;”. Na maioria das vezes é o orgulho que nos impede de abraçar o irmão quando nos desentendemos; e como cristãos renascidos da Água e do Espírito precisamos nos esforçar para distinguir entre o que nos une e que nos divide; sem nos esquecermos, porém, da necessidade de sermos cautelosos, pois, a distância entre as diferenças de opiniões e as falsas doutrinas é bem curto. É imprescindível que examinemos se esta em jogo algo sem nenhuma relevância, ou se estamos debatendo uma falsa doutrina.

O Livro de Eclesiastes nos diz algo bem peculiar: Quem é como o sábio? e quem sabe a interpretação das coisas? A sabedoria do homem faz brilhar o seu rosto, e com ela a dureza do seu rosto se transforma.” Que o Nosso Salvador, que se transformou em sabedoria para nós, ilumine de tal forma o nosso semblante que as nossas feições sejam transformadas e os nossos corações fiquem repletos de amor fraternal.

Que Deus nos abençoe!!!!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

CHEIO DO ESPÍRITO

"Jesus, pois, cheio do Epirito Santo voltou do Jordão e era levado pelo Espírito no deserto"  (Lc 4.1)

Um montanhês, que durante muito tempo se dedicou à caça e captura de animais selvagens, contou que quando se ataca um lobo, por exemplo, este astuto animal procura descobrir se seu atacante tem ou não valor. Se ele verifica que o caçador é valente trata imediatamente de fugir, mas se nota medo ou hesitação no seu adversário, procura enenfrentá-lo còm fúria.
  
Essa é a tática usada por Satanás. Ele tenta e uma vez que não se ofereça resistência ele ataca com todas as suas forças. Foi assim que agiu com Jesus e continua agindo conosco.

Mesmo sendo tentado de todas as formas, Jesus não cedeu aos seus ataques, porque estava cheio do Espírito Santo e todas as brechas estavam fechadas para qualquer vacilo. O Senhor Jesus enfrentou a tentação da maneira como devemos enfrentá-la: Com o uso da Palavra! E Ele ganhou a vitória. Lembremos do conselho de Paulo: "Portanto tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau, e havendo feito tudo, permanecer firmes" ( Ef 6.13)

Essa é a arma que nos dá força para vencermos as tentações e adversidades.


2 Cor. 10:5 – “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo.”



sexta-feira, 19 de agosto de 2011

REFLETINDO A VIDA

e também que todo homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho é dom de Deus. ( Ec 3.13)
Faze-me conhecer, ó Senhor, o meu fim, e qual a medida dos meus dias, para que eu saiba quão frágil sou. Sl 39.4)

Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios.(Sl 90.12)



Poder desfrutar da vida e vivê-la de maneira sábia é uma dádiva de Deus, que só usufruímos quando andamos em obediência a Ele como nosso Senhor e Deus.

O livro de Eclesiastes, escrito por Salomão já no final de sua vida, registra suas reflexões negativistas a respeito da tolice de buscar felicidade nesta vida à parte de Deus e de Sua Palavra. Ele teve riquezas, honrarias, fama, prazeres sensuais em abundancia, porém nada disso lhe proporcionou real felicidade; a insatisfação continuou em seu viver e o resultado de tudo foi o vazio e a desilusão “Vaidade de vaidades, tudo é vaidade” (Ec 1.2).

.O autor de Eclesiastes revela a total futilidade do ser humano considerar bens materiais e conquistas pessoais como os reais valores da vida. Somente em Deus e na Sua vontade, podemos encontrar paz, satisfação, alegria e o caminho que dá sentido à vida.

O rei Davi, no Salmo 39.4 ora para que O Senhor lhe ajude a perceber o quanto é curta a sua vida. Essa também deve ser a nossa preocupação. Deus reservou um tempo muito breve para nós, quem sabe, para testar a nossa fidelidade em meio a uma geração que se opõe a Deus e à Sua Palavra.

Deus nos deu o livre arbítrio. Podemos viver os dias de nossas vidas presos às coisas deste mundo, pouco ligando para o nosso verdadeiro lar no céu; ou como peregrinos, repudiando o modo de viver dos ímpios, decididos a andar nos caminhos do Senhor e dando testemunho do Evangelho de Cristo. Para isso façamos como Moisés e peçamos ao Senhor que nos ensine a contar os nossos dias de maneira que venhamos aprender que apenas o que fazemos para Deus e para o próximo durará eternamente.

 Que Deus nos abençoe!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

FAZENDO A DIFERENÇA

Todos nós que declaramos ter Jesus temos vivido de acordo com o que professamos? Ele tem realmente feito diferença na nossa vida e na vida dos outros? A Bíblia afirma que somos testemunhas de Cristo e o mundo requer de nós coerência entre o que falamos e o que praticamos.

No livro de Atos 4.13, esta registrado a diferença que Jesus fez na vida de João e Pedro. Homens simples – mas especiais, sem nenhuma cultura e que, no entanto surpreenderam a todos. Por quê? Porque eram homens que oravam, que buscavam a plenitude do Espírito Santo, que possuíam a fé de que por meio deles Cristo poderia fazer maravilhas. Deus quer nos transformar, pessoas comuns, em pessoas especiais. Basta que oremos e busquemos o revestimento do Espírito sobre nossas vidas. É o Espírito Santo, O Mestre por excelência, que nos ensinará e nos capacitará a ter em nós as qualidades do caráter de Cristo; que nos revestirá de poder para realizar a obra do Senhor. É pelo poder do Espírito Santo que teremos a força, a coragem e a ousadia para testemunhar de Jesus diante do mundo. O mundo esta de olho em cada um de nós, crentes em Cristo, daí a responsabilidade de vivermos o que Paulo ensina em 2Co 3.18 (Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor). É imprescindível que sejamos diferentes do que éramos antes, transformados à semelhança de Jesus, para que todos possam ver Cristo em nós.

A Palavra do Senhor ressalta que “tudo se fez novo”. Essa nova vida deve se manifestar não só na vida pessoal, mas também no modo como nos comportamos no meio em que vivemos. Portanto, o lar é o primeiro lugar onde devemos fazer diferença, onde devemos mostrar as mudanças operadas por Jesus. A igreja, por sua vez, é composta por pessoas que pertencem a famílias distintas e que juntas adoram a Deus. A igreja é uma extensão do lar, consequentemente, o bom testemunho cristão deve iniciar-se no lar. Não se esqueça que onde você estiver a igreja de Cristo esta presente e isto inclui o seu lar. Faça de sua casa o seu ponto de apoio, onde você é um instrumento por meio do qual a graça salvadora de Cristo pode alcançar os seus familiares. É preciso evidenciar Cristo em nós, conscientes de que quem faz a obra é o Espírito santo (Não por força nem por violência , mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos exércitos). Sejamos prudentes, atentos às oportunidades, aproveitando-as  para mostrar o amor de Deus. Esforcemo-nos para que o testemunho de nossas ações fale mais alto que qualquer outra coisa. Participemos das reuniões da igreja, sem negligenciarmos o cuidado com o marido e os filhos. Deus com certeza não aprova esse tipo de conduta. Lembremos que aquilo que fomos no passado e o que somos agora exercerá grande influencia sobre aqueles que nos cercam.

O apóstolo Paulo tinha um grande zelo pelas tradições religiosas de seus pais, mas quando a sua vida foi transformada pelo poder de Deus, prontamente mudou de rumo, tornando-se um ativo mensageiro das Boas Novas. Quantas vidas foram beneficiadas pela nova vida de Paulo. Ainda hoje, seus ensinos ecoam por todo o mundo, porque ele resolveu ser uma benção para os outros.Que possamos ser uma benção, vivenciando a nossa fé por meio de boas obras, convictos que de maneira alguma elas nos conduzirão à salvação  e jamais levará o homem a Deus, porém glorificará o Nome de Jesus. Tiago 2.26 diz: Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta. Que possamos fazer diferença diante do mundo e da nossa família revelando nossa fé por meio de nossas obras.



terça-feira, 16 de agosto de 2011

OFERTA SALVADORA

Então disse o Senhor a Moisés: Faze uma serpente de bronze, e põe-na sobre uma haste; e será que todo mordido que olhar para ela viverá. (Nm 21.8)

Qualquer pessoa que fosse mordido por uma cobra, bastava apenas olhar para aquela serpente na haste e permaneceria vivo. É interessante que não havia necessidade de guardar alguma coisa na memória ou de orar três vezes ao dia, ou fazer qualquer outra coisa. Absolutamente! Bastava apenas olhar para aquela serpente sobre a haste e isso era suficiente!

Deus poderia simplesmente afastar as serpentes ou fazer com que as suas picadas se tornassem inofensivas. Mas, desse modo as pessoas seriam salvas automaticamente, incapazes de saber como e por quem. As cobras iriam embora ou se tornariam inócuas e nenhuma pessoa se preocuparia com mais nada. O Senhor queria que o povo de Israel ao olhar para aquela serpente levantada numa haste lembrasse o que provocava sofrimento e dor: a desobediência. Ele desejava que os israelitas soubessem QUEM os libertava da morte. E o mais importante de tudo: eles tinham o livre arbítrio, cada um escolheria ser salvo ou não, a decisão era individual. Só viveria quem conscientemente olhasse para a serpente e cresse na oferta salvadora de Deus.

João, no seu evangelho capitulo 3.14-18, nos mostra exatamente isso. Apenas aquele que crer e aceitar a graça salvadora de Deus, por meio de Jesus Cristo, erguido na cruz do Calvário, será salvo. 
E como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado;
para que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna.
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.
Quem crê nele não é julgado; mas quem não crê, já está julgado; porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.(Jo 3.14-18)

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

EXODO 17. 8-15

Esse texto relata que enquanto Moisés erguia o seu bastão, Israel vencia, porém no momento em que abaixava os inimigos venciam; e como a batalha se estendeu por muitos dias Moisés não aguentou manter o bastão estendido e Arão e Hur se dispuseram a manter seus braços levantados, enquanto Josué conduzia o exercito de Israel à vitória. Moisés aprendeu que não dependia só de Deus, mas também de Arão e Hur.

O Senhor deseja nos ensinar que para vencermos as batalhas que surgem em nossas vidas, precisamos uns dos outros e que é necessário que seus filhos se identifiquem como uma família na qualidade de irmãos e irmãs. Deus quer mostrar que nós necessitamos do envolvimento e das orações uns dos outros. Deus quer que aprendamos que se chegamos de braços erguidos ao final do dia, é porque pessoas com suas orações estão erguendo os nossos braços.

Arão e Hur ajudaram Moisés a erguer os braços; e Josué lutou como general do exército. Todos foram indispensáveis à vitória. Do mesmo modo deve ser conosco. A batalha é do Senhor, entretanto Ele prefere vencer por meio de nossa cooperação.


 Pelo que Moisés edificou um altar, ao qual chamou Jeová-Níssi. (Ex 17.15)