terça-feira, 18 de novembro de 2014

DEUS LIBERTADOR



Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir; eu o aconselharei e cuidarei de você.

(Sl 32.8)

Conta-se a história de um contêiner que caiu ao mar deixando escapar 19 mil bichinhos de borracha. Meses depois um desses bichinhos foi encontrado no Alaska. Vez por outra, nas mais variadas praias do mundo surgiam outros. Estudiosos afirmam que 2000 mil desses brinquedos ainda estejam circulando pelos mares; muitos presos a redemoinhos, condenados a viajar sempre pelo mesmo caminho, girando pelas mesmas águas. Mas, uma mudança no clima, um maremoto, a presença de um grupo de tubarões ou baleias pode alterar a trajetória de alguns desses bichinhos. A diminuição desses itens de borracha no giro lhes garante a possibilidade de se libertarem. E, ainda que passem anos e anos girando pelas mesmas águas, um dia inevitavelmente encontrarão um caminho que os leve até a costa.


São muitos aqueles que viajando pelo mar da vida caem antes de chegar à segurança da praia, fazendo com que a viagem torne-se extremamente penosa. Alguns conseguem nadar rapidamente e se desvencilharem do perigoso mar. Outros, entretanto, nadam por anos e anos, chegando ao ponto de perderem a esperança. Ficam aprisionados pelos redemoinhos das dificuldades, das tentações, dos erros, dos vícios. Sentem-se como se estivessem condenados a viajar eternamente pelos mesmos caminhos. Deus, porém, é Aquele que muda o tempo e as estações, que move os meios, as situações e as pessoas para que nos ajudem a encontrar o verdadeiro caminho. O Senhor cuida, fortalece, endireita e torna perfeita as veredas dos Seus filhos. Seu nome é El Shaday, O Deus todo poderoso, que nos tira dos redemoinhos e nos leva para o porto seguro. Entreguemo-nos a Ele com confiança.


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

VÊ-LO, OUVI-LO E SEGUI-LO



 “Eu sou o bom pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido. Assim como o pai me conhece a mim, também eu conheço o pai, e dou a minha vida pelas ovelhas”.
(Jo 10.14-15)
Geralmente ao lermos João 10 o que vem à nossa mente é que ele foi escrito com o único propósito de garantir a nossa eterna segurança; o que não deixa de ser verdade, uma vez que nos traz um imenso conforto. Ter a convicção de que somos as ovelhas do Bom Pastor, que deu a Sua vida para nos resgatar do poder das trevas e nunca nos abandonará é mais que suficiente para crer que em Suas mãos estaremos eternamente seguros.

Esse precioso capítulo destaca, não as ovelhas, mas volta-se para a grandeza, bondade e amor do PASTOR. Ele foi escrito para ilustrar o cuidado terno e constante que O Senhor Jesus tem pelo rebanho do Seu pasto; e para confirmar o que está escrito em Isaias 40.11: ”Como pastor, apascentará o seu rebanho; entre os braços, recolherá os cordeirinhos e os levará ao seu regaço...”. João, inspirado pelo Espírito Santo, nos revela a Sua Majestade, a melodia de Sua voz e consequentemente ao ouvi-la venhamos obedecê-la e nos rendermos a ELe.

No capítulo 9 lemos sobre o homem cego de nascença curado por Jesus e que foi expulso da sinagoga. Ele era uma dessas ovelhas, cujos olhos espirituais foram abertos. E quando mais tarde O Mestre o encontra pergunta-lhe: “- Você crê no Filho do homem? – Senhor quem é o Filho do homem para que creia nele? – Você já o viu! É Ele que está falando com você! – Eu creio Senhor. E se ajoelhou e o adorou.”. O padrão é exatamente este: olhar com os olhos da fé e reconhecer que de fato, Jesus é O Messias, O Salvador do mundo. Vê-Lo, ouvi-Lo, adorá-Lo e segui-Lo é o principio de nossa visão espiritual.